Rio - Os pais do menino Bruno de Oliveira Chaves, de 14 anos, deficiente mental e que sofre de autismo, foram acusados de manter o filho em cárcere privado acorrentado em sua casa. A mãe Claudia de Oliveira Santos, 34, e o padastro Severino da Silva Costa, 42, moram em Santa Amélia, em Engenheiro Pedreira.

Uma denúncia anônima informou que a mulher deixava o filho preso para ir beber. Policiais foram à casa da família, onde encontraram o menino preso à coluna da varanda. A mãe, que estava em casa e desmentiu a relação com o alcoolismo, afirmou que o menino era amarrado para não fugir de casa. Segundo Cláudia, Bruno era agredido na rua por pedestres e prendê-lo era um maneira de preservá-lo.

O casal, que tem outros três filhos, um de cinco, um de quatro anos e um de onze meses, recebe pensão de R$ 350 do governo federal para manter Bruno. A renda ajuda a sustentar a família, já que o salário de biscateiro do pai não dá conta. A mãe e o padastro estão sendo indiciados no artigo 148 da constituição, que descreve o cárcere privado.

Jefferson Machado

fonte O  Dia oline

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